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38º Festival Internacional de Música de Londrina começa com masterclass e grandes concertos  38º Festival Internacional de Música de Londrina começa com masterclass e grandes concertos  38º Festival Internacional de Música de Londrina começa com masterclass e grandes concertos 

38º Festival Internacional de Música de Londrina começa com masterclass e grandes concertos 

Friday, 13 de July de 2018

Solenidade de abertura será no Ouro Verde com apresentação da Orquestra Sinfônica da UEL, a cantora Mônica Salmaso e o compositor Nelson Ayres

A maratona de estudos, concertos e apresentações do 38º Festival Internacional de Música de Londrina tem início na próxima segunda-feira (16) com grandes concertos e um masterclass imperdível com o pianista e compositor Nelson Ayres, das 15h às 17h no Centro Cultural SESI/ AML. A atividade é dirigida a pianistas que estejam interessados em desenvolver a linguagem do piano popular e jazzístico.

Às 17h no 3º piso do Royal Plaza Shopping, está marcado o encontro dos jovens da Orquestra de Câmara da Rocinha (RJ) e da Orquestra Arte & Vida, de Arapongas (PR), ambas oriundas de projetos sociais. A apresentação é gratuita e marca a abertura do Kids Festival.

Orquestra de Câmara da Rocinha se apresenta no 38º Festival Internacional de Música de Londrina

Foto: Divulgação

No repertório, serão apresentadas obras de Jackson do Pandeiro (Xote em Copacabana), André Filho (Cidade Maravilhosa), Luiz Gonzaga (Assum Preto), Gonzaguinha (Com a perna pro mundo), Black Eyed Peas (I Gotta Felling), Counting Crows (Accidentally in Love), e um Tributo a Tim Maia e aos Beatles.

Tambores japoneses do Ouro Verde

Ishindaiko se apresenta no 38º Festival Internacional de Música de Londrina

Ishindaiko (Foto: Divulgação)

Um dos grupos mais importantes de taiko do Brasil, o Ishindaiko faz uma única apresentação a partir das 20h nas Escadarias do Teatro Ouro Verde, anunciando a abertura do Festival. Oito vezes campeão brasileiro de Taiko, o grupo já se apresentou Japão, Argentina, em diversos estados brasileiros e no ano passado, participou do East Coast Taiko Conference no estado de Rhode Island, EUA.

Salmaso, OSUEL e Nelson Ayres

Monica Salmaso se apresenta no 38º Festival Internacional de Música de Londrina

Mônica Salmaso (Foto: Da Pa Virada | Dani Gurgel)

Um grandioso concerto com a Orquestra Sinfônica da UEL, sob a regência do maestro Alessandro Sangiorgi e a participação especial da cantora Mônica Salmaso e do compositor, arranjador e maestro Nelson Ayres encerra a primeira noite do Festival, a partir das 20h30 no palco do Teatro Ouro Verde.

O repertório deve agradar o público em cheio, pois traz obras de grandes compositores brasileiros como Ary Barroso, Tom Jobim, Edu Lobo, Chico Buarque e do próprio Nelson Ayres. Também serão apresentadas obras de Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri.

O programa escolhido pela cantora é formado por clássicos do cancioneiro popular nacional como ‘Melodia Sentimental’ (Villa Lobos), ‘Ciranda da Bailarina’ e a ‘História de Lily Brown’ (Chico Buarque), ‘É Luxo Só’ (Ary Barroso) e ‘Anos Dourados’ (Tom Jobim e Chico Buarque), entre outras.

Os ingressos custam R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia-entrada). Antes da apresentação será realizada a solenidade oficial de abertura do 38º FIML com a presença dos organizadores, patrocinadores, convidados e autoridades. Esse ano, o FIML será realizado no período de 16 a 28 de julho e a estimativa é que o Festival contemple um público de aproximadamente 30 mil pessoas.

Osuel se apresenta no 38º Festival Internacional de Música de Londrina

Foto: Divulgação

Sobre o 38º Festival Internacional de Música de Londrina

O 38º Festival Internacional de Música de Londrina tem a direção artística do pianista Marco Antonio de Almeida, direção pedagógica de Magali Kleber. É uma realização da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná // Secretaria Municipal da Cultura – Prefeitura do Município de Londrina-Promic // Casa de Cultura – Universidade Estadual de Londrina e Associação de Amigos do FIML.

O evento tem patrocínio do Ministério da Cultura, Sanepar, Unopar, Prefeitura do Município de Londrina, Unimed, Vanguard Home, Plaenge, Caixa, Horizon, Dental Clean, Gastroclinica, Grupo Marajó, Vernie Citroen, Sinpro, Sistema Fiep/Sesi. Também tem apoio do Associação Médica de Londrina, Londrina Convention Bureau, Rádio Universidade/Uel Fm 107,9, Sesc- Fecomercio, Sonkey, Bar Valentino, Projeto Guri, Ação Social Pela Música do Brasil, Instituto GPA, Instituto Zeca Pagodinho, Escola de Música da Rocinha, Arte e Vida Centro de Convivência, Colégio Estadual Hugo Simas, Colégio Aplicação da Universidade Estadual de Londrina, Buffet Planalto, Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, APP Sindicato Londrina, Antiquario M. Simões.

Fonte: Divulgação

Mais detalhes:

Mônica Salmaso

Nascida em São Paulo em 1971, Mônica Salmaso começou sua carreira na peça “O Concílio do Amor”, dirigida pelo premiado diretor Gabriel Villela em 1989. Em 1995, gravou o Cd AFRO-SAMBAS, um duo de voz e violão arranjado e produzido pelo violonista Paulo Bellinati, contendo todos os afro-sambas compostos por Baden Powell e Vinícius de Moraes. Em 1996, gravou com Paulo Bellinati a faixa “Felicidade” de Tom Jobim e Vinícius de Moraes no Cd Song Book de Tom Jobim – Lumiar. Foi indicada para o Prêmio Sharp – 1997 como Revelação na categoria MPB. Lançou, em 1998, seu segundo Cd TRAMPOLIM pelo selo Pau Brasil, com a produção de Rodolfo Stroeter e as participações de Naná Vasconcelos, Toninho Ferragutti e Paulo Bellinati, entre outros. Foi vencedora do Segundo Prêmio Visa MPB – Edição Vocal, pelo juri e aclamação popular em 1999. Gravou, pela Eldorado em 99, seu terceiro Cd VOADEIRA também produzido por Rodolfo Stroeter. Participam do disco, entre outros, Marcos Suzano, Benjamim Taubkin, Toninho Ferragutti, Paulo Bellinati e Nailor “Proveta” Azevedo. Foi ganhadora do prestigioso Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) de 1999, e o cd VOADEIRA recebeu os mais rasgados elogios, sendo considerado pela crítica como um dos dez melhores lançamentos do ano.

Foi a convidada especial de uma das noites do Heineken Concerts em 2000. Participou da trilha OCORPO composta por Arnaldo Antunes para o Grupo Corpo em 2000. Na edição do dia 4 de fevereiro de 2002 do “The New York Times”, o crítico Jon Pareles coloca Mônica Salmaso como um dos principais nomes surgidos recentemente na música popular brasileira. Os Cds TRAMPOLIM e VOADEIRA foram lançados em países da Europa, no Japão, nos Estados Unidos, Canadá e México. Tendo assinado um contrato de 3 discos com a gravadora Biscoito Fino, lançou seu quarto cd IAIÁ em 2004. Participou com destaque cantando no filme “Vinícius” sobre a vida e obra de Vinícius de Moraes, dirigido por Miguel Faria Jr. Participou do cd “Carioca” de Chico Buarque cantando a música “Imagina” de Chico Buarque e Tom Jobim; e do cd “Tantas Marés” de Edu Lobo, cantando a música “Primeira Cantiga” de Edu Lobo e Paulo César Pinheiro. Participou da trilha SEM MIM composta por José Miguel Wisnick e Carlos Nuñes para o Grupo Corpo em 2011. Lançou em 2007 seu quinto cd “Noites de gala, samba na rua” com músicas de Chico Buarque e participação especial do grupo Pau Brasil. O mesmo trabalho gerou um DVD e um cd ao vivo lançados em 2008. Em 2011, lançou o cd “Alma Lírica Brasileira” em trio os músicos Teco Cardoso (sopros) e Nelson Ayres (piano) pela gravadora Biscoito Fino. Com este concerto, se apresentou em Lisboa Paris e em Bruxelas (as duas últimas cidades e convite das embaixadas brasileiras), além das principais capitais do Brasil. Em 2012, ganhou o 23º Prêmio da Musica Brasileira como melhor cantora com o cd Alma Lírica Brasileira. Em 2012 foi gravado no teatro Alfa, em São Paulo, o DVD Alma Lírica Brasileira, dirigido por Walter Carvalho, ganhador do 24º Prêmio da Musica Brasileira em 2013 como melhor DVD de música. Em 2014 lançou o cd “Corpo de Baile” somente sobre a parceria dos compositores Guinga e Paulo César Pinheiro.

Nelson Ayres

Apesar de sua postura sempre discreta, o pianista, regente e compositor Nelson Ayres é amplamente reconhecido como umas das personalidades mais importantes da musica instrumental brasileira contemporânea, um constante inovador. Durante dez anos foi maestro da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, e o principal responsável por seu enorme sucesso. Tem regido freqüentemente outras orquestras no Brasil e no exterior, incluindo a prestigiosa Orquestra Filarmônica de Israel. Como pianista, pode ser encontrado liderando a Nelson Ayres Big Band, dividindo o palco com Monica Salmaso, ou continuando a trajetória que vem desde 1978 do prestigioso quinteto instrumental Pau Brasil. Com o CD Villa Lobos Superstar o grupo conquistou os títulos de Melhor CD e Melhor Grupo Instrumental no Prêmio da Música Brasileira 2013. Tocou e gravou com Benny Carter, Dizzy Gillespie, Toots Thielemans Airto Moreira e Flora Purim, Ron Carter, Walter Booker, Vinícius de Moraes, Chico Buarque, Edu Lobo, Simone, Nana e Dori Caymmi, Milton Nascimento, Gal Costa e muitos outros grandes nomes do jazz e MPB. Com César Camargo Mariano, estrelou em 1984 o espetáculo Prisma, primeiro show brasileiro a usar intensivamente recursos de computação aliados a instrumentos eletrônicos. Composições de Nelson Ayres foram gravadas por Milton Nascimento, Herbie Mann, Monica Salmaso, César Mariano, Renato Braz, Kenny Kotwick, Joyce, Ivan Lins, Marlui Miranda, e até pelo cantor romântico Daniel, entre outros. Suas composições de musica erudita tem sido executadas por orquestras, solistas e grupos de câmara em todo o mundo, como a Orquestra Sinfônica de Jerusalém, New York Symphony Brass Quintet, Ahn Trio, Henry Bok e Julliard Brass Quintet. Foi comissionado pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, para compor seu Concerto para Percussão e Orquestra, indicado para o Grammy Latino 2011 como melhor CD de música clássica. Seus CDs Perto do Coração, Mantiqueira e Paixão são considerados grandes clássicos da música instrumental brasileira, merecendo extensos elogios da crítica. Acaba de lançar o cd Duo ao lado do violonista Ricardo Herz e o cd Nelson Ayres Big Band, ambos com muitos elogios do publico e da imprensa.

Orquestra Sinfônica da UEL

A Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina, primeira orquestra sinfônica do Paraná, foi criada oficialmente em 14 de março de 1984, na gestão do Reitor Dr. Marco Antonio Fiori, tendo como objetivos: interpretar e difundir o repertório sinfônico tradicional e contemporâneo com ênfase na música brasileira; dar suporte às atividades acadêmicas dos cursos ligados à área de música, através de integração com o ensino, pesquisa e extensão. A Orquestra é uma entidade cultural que visa estimular a apreciação musical da população a ponto de possibilitar aos cidadãos ferramentas para que os mesmos ampliem o seu repertório musical histórico assim como possam formular uma opinião crítica sobre as mais diversas manifestações estéticas ao longo da história da música ocidental.

A OSUEL é formada por músicos profissionais contratados mediante concurso público e a incumbência de iniciar este trabalho coube ao Maestro Othônio Benvenuto, que já em 1978 realizava as primeiras experiências com um pequeno grupamento instrumental intitulado “Conjunto Música”, que aos poucos foi crescendo e atuando junto ao Coral da UEL.

Sucedendo ao trabalho pioneiro do maestro Benvenuto, a OSUEL foi dirigida pelos maestros: José Eduardo Gramani, Cláudia Feres, Norton Morozowicz, Evgueni Ratchev, Wagner Polistchuk, Martin Tuksa, Henrique Vieira e Elena Herrera (Cuba – Brasil). Atualmente é dirigida pelo maestro Maurizio Colasanti (Itália – Brasil).

Paralelamente aos concertos de gala, apresenta os “Concertos Didáticos”, projeto educacional com o objetivo de, através de aulas-concertos, contribuir para a formação cultural de estudantes da rede de ensino, a partir do conhecimento da estrutura e composição de uma orquestra sinfônica, isto é, seus instrumentos e a importância de cada um no conjunto orquestral. A OSUEL busca, desta forma, despertar o interesse pela música de concerto, estimulando o público a refletir e a desenvolver o hábito da escuta crítica bem como o papel da música na sociedade contemporânea.

Em 1999, a OSUEL gravou o primeiro CD e no final de 2000 realizou a gravação ao vivo em concerto da ‘Temporada Ouro Verde’ do segundo CD intitulado Compositores Brasileiros. Em outubro de 2003, recebeu a “Comenda Ouro Verde”, homenagem prestada pela Câmara Municipal de Londrina.

Alessandro Sangiorgi

Nascido em Ferrara, Itália, diplomou-se em piano no Conservatório de Milão, prosseguindo seus estudos nas classes de composição e regência. Sua carreira internacional teve inicio em Israel em 1989, regendo a Jerusalem Symphony Orchestra.

Logo em seguida (1990-1993) foi convidado primeiro como Maestro Assistente e depois como Maestro Residente pelo Teatro Municipal de São Paulo, tendo sido responsável por mais de cem apresentações, entre óperas (“Turandot”, “La Boheme” e “Il Trittico de Puccini”, “L’italiana in Algeri” de Rossini, “Il campanello” de Donizetti, “Pedro Malazarte” de C. Guarnieri), concertos sinfônicos e balés. No Brasil regeu também a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, a Orquestra Sinfônica Brasileira, a OSUSP, a Orquestra Sinfônica da Bahia, a OER, a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, a Orquestra Petrobras Sinfônica, a Orquestra Filarmônica de Goiás, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (Belém). De 1995 a 1998 foi o Principal Regente Convidado da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde regeu Il Trittico de Puccini, a versão original do balé “A Sagração da Primavera”, “La Fille mal gardèe”, “La Sylphide”, entre outros. Apresenta-se regularmente na Europa, tendo sido convidado pelo Stadttheater de St.Gallen (Suiça) regendo “Un ballo in maschera” de Verdi, Teatro Nacional de Split (Croacia) regendo “Rigoletto” de Verdi, Orchestra Regionale Toscana, Teatro Manoel de Malta (“Don Pasquale” de Donizetti), Orquestra de Estado de Plovdiv (Bulgaria), Orquestra Filarmonica de Estado “Dinu Lipatti” (Romenia), Orquestra “Guido Cantelli” de Milão (“I due baroni di Roccazzurra” de Cimarosa e “Le due contesse “ de Paisiello”), Divertimento Ensemble de Milão e NeueVocalSolisten de Stuttgart (“Sì” de Roberto Andreoni, estreia mundial), Teatro de Adria (“Carmen” de Bizet, “Don Pasquale” de Donizetti, “La Bohème” de Puccini, “Don Giovanni” de Mozart, “L’italiana in Algeri” de Rossini), Teatro de Cagliari (“La Traviata” de Verdi), ICO de Lecce (Italia) regendo “Il Campanello” de Donizetti e “Sheherazade” de Rimsky-Korsakov, Orchestra Sinfonica Siciliana (Palermo, Italia).

De 1996 a 1999 foi Diretor Musical da “Bottega Lirica” de Arezzo (Italia), onde regeu “Il barbiere di Siviglia” de Rossini, “La Bohème” e “Gianni Schicchi” de Puccini, “I due baroni di Roccazzurra” de Cimarosa, “L’elisir d’amore” e “Don Pasquale” de Donizetti, “Lo scoiattolo in gamba” de Nino Rota.

De 2002 a 2010 foi Regente Titular e Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica do Paraná, tendo sido responsável pelo ampliamento do repertório sinfônico, por varias estreias mundiais e pelo retorno das montagens de opera, como “La Bohème” e “Gianni Schicchi” de Puccini, “La serva padrona” de Pergolesi, “Don Giovanni” de Mozart, “Rigoletto” e “La Traviata” de Verdi, “Carmen” de Bizet, alem dos balès “O Quebranozes” de Tchaikovsky, “Romeu e Julieta” de Prokofiev, a estreia mundial do balè “Lendas do Iguaçù” de J. Zenamon, entre outros.

De 2006 a 2008 foi Chief Visiting Conductor no Teatro Nacional de Belgrado (Servia), regendo as operas “La Traviata”, “Un ballo in maschera” e “Il Trovatore” de Verdi, “La Bohème” de Puccini, “L’italiana in Algeri” de Rossini, “Don Pasquale” de Donizetti. Estreou também no Teatro Nacional da Moravia-Silesia (Republica Tcheca), onde atuou como Guest Conductor ate 2009, regendo “Manon Lescaut” de Puccini, “Pagliacci” de Leoncavallo, “La Lupa” de Tutino e a estreia mundial de “Il soffio delle fate” de Filippo Zigante”.

Na temporada 2007-2008 foi Guest Conductor no Teatro Nacional de Bratislava (Republica Eslovaca), regendo “Cavalleria Rusticana” de Mascagni, “Pagliacci” de Leoncavallo e “Lucrezia Borgia” de Donizetti.

Em Janeiro de 2009 estreou na Rússia, regendo a Orquestra Sinfônica de Krasnoyarsk com grande sucesso de publico e critica. Em outubro estreou no prestigioso Teatro da Opera de Roma com o balé “La Sylphide”.

Em dezembro de 2009 foi agraciado pelo Presidente da República Italiana com o título de “Cavaliere dell’Ordine della Solidarietà”, concedido pelos méritos artísticos conseguidos no Exterior.

Em 2011 e 2012 foi Principal Guest Conductor na Opera Nacional de Sofia (Bulgária), onde regeu “Don Carlo”, “Nabucco”, “Rigoletto” e “Attila” de Verdi, e com a qual esteve em tournée no Japão, apresentando “Cavalleria Rusticana” de Mascagni e “Tosca” de Puccini em 11 teatros, incluindo o famoso Bunka Kaikan Hall de Tóquio.

Recentemente estreou no Teatro São Pedro, de São Paulo, a ópera “Iphigenie en Tauride” de Gluck, comemorando os 300 anos de nascimento do compositor.

Durante sua carreira colaborou com importantes artistas internacionais, como Nelson Freire, Eva Marton, Cecilia Gasdia, Francesca Patanè, Julio Bocca, Ana Botafogo, Carla Fracci, Luciana Savignano.

Escola de Música da Rocinha

A EMR foi fundada em 1994 e desde então oferece cursos gratuitos de flauta doce, violão, cavaquinho, percussão, piano/teclado e canto coral. Os cursos acontecem ao longo de todo o ano e atendem a turmas em diferentes níveis de desenvolvimento na aprendizagem.

A partir de 2015, com o desenvolvimento do projeto Orquestra de Câmara da Rocinha, a EMR incluiu em seu quadro os cursos de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, clarinete, flauta transversa, trompete, trompa, trombone, musicalização e prática de orquestra, chegando a atender cerca de 300 alunos por ano.

A Escola de Música da Rocinha tem a chancela da UNESCO, é registrada no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e recebeu a menção honrosa do Prêmio Cultura Nota 10, concedido pelo Instituto Cultural Cidade Viva e pela Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro. É um dos projetos fundadores da Rede Social da Música, associação para a troca de informações e boas práticas entre instituições que utilizam a música como ferramenta de inclusão e transformação social.

A Orquestra de Câmara da Rocinha foi convidada pela Orquestra Arte & Vida, da cidade de Arapongas, no Paraná, para se apresentar na cidade entre os dias 13 a 17 de Julho de 2018. O convite foi feito ainda em 2017, quando a Orquestra Arte & Vida foi se apresentar no Rio de Janeiro e conheceu a Orquestra de Câmara da Rocinha. A sintonia entre as duas orquestras foi tão grande que surgiu a vontade de repetir a experiência, mas dessa vez no Paraná.

Orquestra arte&vida

Criado para oportunizar e fazer a diferença, através da arte, da cultura e do esporte, mudando o paradigma social de crianças, adolescentes e jovens, transformando suas vidas e de suas famílias, incluindo-os na sociedade.

Ishindaiko

O grupo é heptacampeão brasileiro de Taiko (tambores japoneses). O grupo já se apresentou no 9º Junior Taiko Contest, em Kyoto, Japão, em 2007, também esteve presente na Argentina, em 2009, realizando diversas performances em Buenos Aires. Em 2017, o Ishindaiko participou do East Coast Taiko Conference 2017, realizado em Providence, estado de Rhode Island, nos EUA. Foi uma dos grupos idealizadores do espetáculo Imin 110, realizado no mês de junho, em comemoração aos 110 anos de imigração japonesa no Brasil. Fundado em 2003, Ishindaiko signinica “Tambores de uma só alma” e tem como missão a preservação, divulgação e expansão da cultura nipônica e arte do Taiko. Faz parte de seus objetivos, o estreitamento de laços de amizade e o desenvolvimento interpessoal de crianças, jovens e adultos.