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Sessão Kinopus – Filmes: Senhora L e O Pequeno – Londrina Sessão Kinopus – Filmes: Senhora L e O Pequeno – Londrina

Sessão Kinopus – Filmes: Senhora L e O Pequeno – Londrina

Tuesday, 19 de July de 2016
Categoria:
Data Início: Tuesday, 26 de July de 2016 às 20:00
Data Término: Tuesday, 26 de July de 2016 às 23:59

Horário: 20 horas

Local: Centro Cultural Sesi/AML – Praça Primeiro de Maio, 130

A sessão Kinopus de julho exibe os filmes Senhora L e O Pequeno.

Debate após a Sessão com os realizadores

Entrada franca, sujeita a lotação do espaço.

Senhora L, de Artur Ianckievicz // 2015, 17 min, fic

No curta-metragem “Senhora L”, rodado pela Kinoarte, em Londrina, a direção de arte ficou a cargo de Felipe Augusto, com a assistência dos artistas plásticos Camila Melara e Hígor Mejïa. A produção de arte ficou por conta de Ana Martha Rosa.

Segundo Felipe, os objetos de cena são capazes de construir uma rede simbólica que projeta valores e ideias dos personagens. “Uma roupa, um cartaz, a disposição dos móveis do quarto dizem quem é essa pessoa e fornecem informações sobre sua personalidade que não estão nos diálogos ou nas ações”, explica.

No caso da protagonista do filme, a jovem gótica Leila, um objeto é mais especial que os demais: seu caderno de desenhos. “Ele tem uma relação com o universo gótico e também serviu para enaltecer a personalidade introspectiva de Leila. A própria atriz [Thainara Pereira] pôde desenvolver melhor a personalidade da personagem a partir destes desenhos”, ressalta. Parte das imagens foi concebida e executada pelo próprio Felipe Augusto e sua equipe, enquanto outras ilustrações, mais elaboradas, foram realizadas pelo designer gráfico Reberson Alexandre, que também integrou o elenco de “Senhora L” como o namorado de Leila.

O Pequeno, de Luis Henrique Mioto // 2016, 40 min, fic

“O pequeno” é uma fábula cinematográfica. Um filme que perambula sutilmente pelos sonhos e medos de cada um que entra em contato com a sua história, valorizando um sabor assombroso de toda procura e descoberta interna e, também, um sabor cálido da alegria que vem quando um universo mágico se revela.

Somos tragados por esse universo mágico, logo depois das primeiras cenas, onde um personagem vindo de um mundo suado e cansado e extremamente rotineiro se depara com um pequeno, um mistério se abre na frente do rotineiro, mas o personagem renega este encanto e, em vez dele seguir os passos mágicos, somos nós – público – quem vai junto. E, a partir deste ponto, não sabemos mais de nada, um cinema-encanto traça os rumos, seguimos observando de longe, porém, cada vez mais íntima e reconhecível (em nós?) vai se desvelando a caminhada, numa temporalidade e espacialidade fabulesca.

Personagens vão aparecendo, isoladas, encontradas num terreno delas. O pequeno vai encontrando estes terrenos e, em cada um destes, encontra uma resposta pr'uma pergunta que carrega consigo: como posso salvar minha planta? Pergunta que traz tantas respostas não esperadas… a vida/morte, a pressa, a preguiça e o medo, o desejo… cada um destes tem propostas diferentes para diferentes caminhos. Mas, no final, lá fundo mesmo, quem faz a escolha de qual caminho seguir é um juiz que o pequeno nem imagina de onde vem.