Menu LondrinaTur, portal de Londrina e norte do Paraná
Guias
Exposição – Mata dos Godoy: Luzes, sombras, cores Exposição – Mata dos Godoy: Luzes, sombras, cores

Exposição – Mata dos Godoy: Luzes, sombras, cores

Tuesday, 26 de July de 2016
Categoria:
Data Início: Monday, 01 de August de 2016 às 00:00
Data Término: Wednesday, 31 de December de 1969 às 21:00

Período: De 1 a 30 de agosto

Horário: Segunda a sexta-feira, das 8h às 12 e das 14h às 18h e aos sábados, das 8h às 12h

Local: Espaço Cultural Ceddo – Rua Pernambuco, 725

Telefone: (43) 3321-4114

Entrada: Gratuita

A Mata do Godoy, em Londrina, é um espaço verde considerado das últimas reservas naturais de mata nativa do norte do Paraná. Pertenceu à família Godoy, até 1989. Está localizada na Fazenda Santa Helena – Distrito do Espírito Santo, a 15 Km do centro de Londrina. Nela são encontradas espécies raras como peroba, angico, cedro, figueira, pau-marfim, além de 180 espécies de aves silvestres. Em razão de sua importância ecológica e turística, Yone Kotinda, do Espaço Cultural Ceddo, convidou o Foto Clube de Londrina para fotografar esse espaço e expor as fotografias. Nove fotógrafos foram visitar a mata e agora apresentam o que viram:

  • Alice Ogawa
  • Cleusa Migliorini
  • Elbio Gonçalves
  • Flávio Conceição
  • Helio Okuda
  • Lourdes França
  • Lucinea A. Rezende
  • Norman Neumaier
  • Valdemar Portello

Alice Ogawa procurou por detalhes, por formas que povoam a mata.

Cleusa Migliorini se deteve em detalhes dos troncos e galhadas e registrou as formas que chamam a atenção na casa central da mata, feita para receber os visitantes em meio ao passeio.

Elbio Gonçalves evidenciou texturas, formas e cores em troncos e galhadas, por vezes saltando aos nossos olhos como pinceladas de um quadro.

Flávio Conceição destacou a beleza da fauna e a mata querendo alcançar o céu.

Helio Okudainsistiu no preto e branco para expressar detalhes da mata e a amplitude da casa central da mata.

Lourdes França retratou a flora e a fauna, com o intrincado de cores e a ideia de movimento que as plantas podem apresentar.

Lucinea A. Rezende mostrou a beleza do nascer do sol, num espetáculo de luz, sombras e cores, o que se repete ao longo da mata, nesse jogo de luz e sombra que ajuda a criar novas formas.

Norman Neumaier voltou seu olhar aos troncos e raízes, evidenciando a grandiosidade da mata.

Valdemar Portello registrou a representação da fauna, presente na Mata do Godoy, e momentos do passeio realizado pelo grupo de fotógrafos que lá estava.

Ainda que essas fotografias tenham sido feitas simultaneamente pelo grupo, nesta exposição é possível observar que nosso olhar pode percorrer diferentes lugares, identificar variados verdes, dentre outras tantas cores, perceber texturas, luzes e sombras à maneira particular de ver de cada fotógrafo. Nada, no entanto, substitui a visão direta que cada pessoa pode ter, sentindo o cheiro da mata, ouvindo seus sons, descobrindo a beleza peculiar do lugar.

Nosso desejo é que esta exposição sirva de convite incentivador para que todos conheçam, ou, se for o caso, visitem de novo a Mata do Godoy, e descubram/redescubram os encantos que lá habitam.

Texto: Lucinea A. Rezende