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Edith Piaf por Rodrigo Munhoz & Saravá Trio Edith Piaf por Rodrigo Munhoz & Saravá Trio

Edith Piaf por Rodrigo Munhoz & Saravá Trio

Thursday, 13 de October de 2016
Data Início: Wednesday, 26 de October de 2016 às 21:30
Data Término: Wednesday, 26 de October de 2016 às 23:59

Horário: 21h30

Local: Bar Valentino Bar Valentino – Av. Faria Lima, 486

Fone: (43) 3348-0791

E-mail: [email protected]

O cantor RODRIGO MUNHOZ e a banda SARAVÁ TRIO prestam uma homenagem a grande diva da canção francesa, Edith Piaf. No repertório, clássicos dessa cantora que, como dizem, Piaf não cantou a vida e o amor, e sim, ela vivenciou tudo o que cantou: sua existência permeada de dores, tragédias, amores e de muito sucesso.

RODRIGO MUNHOZ é professor de Francês e apaixonado pela música. Como músico, apresenta há mais de 15 anos (em formato voz, violão e ukulelê) um repertório dedicado à música francófona, misturando clássicos da canção francesa e música brasileira. Em 2013 e 2014, participou da semifinal do Festival da Canção Francesa organizado pela rede da Aliança Francesa no Brasil. Em 2004, gravou o CD independente “Côté Scène”. Atualmente, prepara seu próximo disco “Variedades Francesas”, que incluirá composições próprias em francês e português. Recentemente, no final de julho, Rodrigo ministrou um curso sobre o uso de canções em sala de aula numa formação para professores de Francês, em Nice, na França. Antes, de 14 a 21 de julho, participou do Congresso Internacional de Professores de Francês, em Liège (Bélgica), representando a Federação Brasileira dos Professores de Francês, da qual é presidente.

SARAVÁ TRIO é um conjunto de música brasileira formado por Alessandro Franco (Contrabaixo), Fábio Farinha (Bateria) e Israel Laurindo (Violão). Em 2016, o Saravá Trio já apresentou – com diferentes cantores e cantoras convidados – outros especiais dedicados a Elis Regina, Paulinho da Viola, Clube da Esquina, Secos & Molhados, Dominguinhos e Buena Vista Social Club.

EDITH PIAF – Reconhecida internacionalmente, Edith Piaf (1915-63) se tornou um símbolo da canção francesa. Dona de uma voz inconfundível, ficou famosa pelo modo quase teatral de interpretar suas músicas, como as clássicas "La Vie en Rose" e "Non Je ne Regrette Rien".

Piaf teve uma vida marcada por sofrimentos e tragédias, o que lhe rendeu uma série de biografias, criando diversas controvérsias e dúvidas acerca de alguns fatos de sua história.

Edith Giovanna Gassion nasceu em 19 de dezembro de 1915, em Paris, filha de um acrobata normando e de uma cantora de café descendente de italianos. Sua infância foi pobre e difícil ao lado da avó, que dirigia um bordel em Bernay, na Normandia. Devido a problemas de saúde, Piaf ficou cega por volta dos 3 anos de idade, recuperando a visão alguns anos mais tarde.

No início da adolescência, Piaf passou a acompanhar o pai em algumas apresentações circenses. Aos 15 anos já cantava nas ruas de Paris, em cafés, feiras e praças. Nessa época, apaixonou-se por um soldado da legião estrangeira, com quem teve uma filha, Marcelle, que morreu antes de completar dois anos de idade.

Mais tarde, após tentar inutilmente mostrar seu trabalho a algumas gravadoras e editoras, foi descoberta por Louis Leplée, dono de um cabaré famoso na época. Foi ele quem a iniciou na vida artística e a batizou "Piaf" – passarinho.

Com o fim da Segunda Guerra, Piaf conheceu Yves Montand, com quem teve um breve romance. Juntos, no grupo "Les Compagnons de la Chanson", seguiram para uma excursão pela Europa e Estados Unidos. A cantora foi uma unanimidade e conquistou a consagração definitiva.

A década seguinte foi difícil para Piaf, que sofreu um sério acidente automobilístico em 1951, o que a deixou com muitos problemas de saúde. No mesmo ano ela se casou, pela primeira vez, com o cantor Jacques Phill, que a deixou quatro anos depois pela atriz Marlene Dietrich. Mais tarde conheceu o pugilista Marcel Cerdan, tido como o seu grande amor, que morreu, pouco depois, em um acidente aéreo.

Sua vida pessoal se tornou tão notória quanto suas canções. A bebida e os seus muitos romances contribuíram para aumentar o interesse em torno de seu nome.

Os últimos cinco anos de sua vida foram terríveis. Os problemas de saúde aumentaram, tendo sido internada e operada várias vezes.

Morreu aos 47 anos, no dia 11 de outubro de 1963.

Programação completa no site do Valentino.