Menu LondrinaTur, portal de Londrina e norte do Paraná
Guias
Café com o quê?

Café com o quê?

terça, 08 de março de 2016
Categoria: agenda
Data: terça, 08 de março de 2016
Tema – Cultura: os desafios da implementação de uma política pública
Palestrante: Solange Batigliana (Secretária da Cultura de Londrina)

O Café
com quê? consiste em encontros semanais às terças-feiras no Sesc Cadeião
Cultural. A cada semana, um novo convidado propõe um bate papo sobre: 
música,
artes visuais, artes cênicas, artes plásticas, literatura, dança, cinema, arte
digital, filosofia e história de Londrina. Essa iniciativa é um trabalho
conjunto entre Sesc/Senac e Sebrae,

dentre
vários outros parceiros, do projeto da Rota do Café que visa difundir um
roteiro turístico, histórico e gastronômico da região propondo
intercâmbio. 

Café com
leite, café com bolacha, café com bolinho de chuva, café com creme, café com
bolo, café com brigadeiro, café com amor, café com amigos, café com frio, café
com filme, café com música, 
café com
rock, café com beleza, café com…


O café foi o grande responsável pelo desenvolvimento de Londrina e região,
sendo a principal produção agrícola da época. O norte paranaense já foi o maior produtor de café do país e Londrina ficou
conhecida como a Capital do Café. Tempos em que o “ouro verde” como era chamado
o café, dominava as paisagens rurais, 
enriquecia
agricultores e batiam recordes na exportação do produto. Hoje, outras lavouras
predominam na região – apesar de resistir em algumas propriedades, o café
perdeu espaço para a soja, o trigo, o gado.


Dos tempos áureos da cafeicultura, ainda são encontradas muitas referências,
lembranças, marcas. 
Na
arquitetura estão presentes nas edificações modernistas e nas antigas
estruturas de armazenagem e beneficiamento do café. 
Muitas
histórias ainda são contadas pelos próprios pioneiros e há muitas referências
na gastronomia também.


Hoje, Londrina não é mais a Capital do Café, mas jamais podemos esquecer este
passado glorioso que fez o progresso de nossa cidade.

E é isso
que busca este projeto, resgatar essa memória de forma a trazer essas
lembranças para que as gerações futuras não percam o “pé vermelho”, ou seja,
não percam suas raízes.